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Casa de Sabicos 

A Casa de Sabicos situa-se em Aldeias de Montoito, freguesia de Montoito - detentora de foral do Rei D. Manuel I desde 25 de Outubro de 1517.

 

Faz parte integrante da sub-região de Reguengos da Denominação de Origem Vitivinícola do Alentejo, embora seja administrativamente pertencente à comarca de Redondo.

 

A introdução da vinha e do vinho no Alentejo perde-se no tempo. Tardésios, Fenícios e Romanos são alguns dos povos a quem diversos historiadores atribuem essa responsabilidade. Para outros, os antecedentes da “vitis rupestris” sempre existiram.

 

É no período de ocupação romana que a viticultura no Alentejo começa a ter referências bibliográficas consistentes, destacando-se Platão e Columela. Através dos tempos a viticultura é sempre referida como actividade agrícola no Alentejo.

 

A Tradição da Casa de Sabicos 

A origem dos Vinhos Casa de Sabicos remonta à segunda metade do séc. XIX, pela mão da matriarca Avó Sabica, bisavó dos actuais produtores. Viúva, quando o mais novo dos oito filhos tinha apenas dois anos de idade, a Avó Sabica viu-se obrigada a liderar a exploração agrícola, que chegou a cobrir cerca de 12 mil hectares.

 

A sua decisão de introduzir na exploração o cultivo da vinha e a produção do vinho como normais actividades agrícolas, seria seguida não só pelos filhos mas também pelas gerações seguintes. Traduziu-se num marco histórico da família, inspirando nos seus descendentes o gosto pela produção de uva e vinhos de qualidade.   

 

A filosofia de produção de vinho da Avó Sabica viria a ser retomada por dois dos seus bisnetos. Detentores da sabedoria de cultivar e produzir excelentes vinhos, plantaram novas vinhas especificamente para a nova produção e construíram uma nova adega, totalmente equipada com a mais moderna tecnologia. Dotados do mesmo espírito e sabedoria acumulada dos seus antepassados, surge a marca Casa de Sabicos. 

 

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As vinhas da Casa de Sabicos estão implantadas em várias quintas, o que permite tirar partido dos vários microclimas resultantes da sua localização. Predominam os vários solos de origem calcária e granítica.  Aliados a castas e técnicas de condução tradicionais, estes tipos de solos tornaram as terras reconhecidas como produtoras de vinhos de excelência.

 

Técnicas de Protecção Integrada são seguidas em todas as vinhas da Casa de Sabicos, sendo este o nosso contributo para uma agricultura sustentável e responsável ambientalmente.

 

O clima Mediterrânico, caracterizado normalmente por invernos chuvosos, embora com uma precipitação média de 490 mm e temperaturas médias máximas de 31.1Cº, torna imperativo a compensação hídrica com o recurso à rega localizada por gota-a-gota. Por outro lado, normalmente chove pouco na parte final do período de maturação e durante as vindimas, o que permite que as uvas estejam em boas condições sanitárias à entrada na adega.

 

Após a recepção das uvas e, no caso de alguns vinhos, selecção de cachos, as massas vínicas são conduzidas para as cubas de fermentação no interior da Adega, onde se processam as fermentações com controlo de temperatura.

 

Da fermentação em cubas cónicas resultam vinhos com as características preservadas de cada uma das castas. A fermentação pode ser precedida, ou não, conforme o vinho pretendido, por um período de maceração.

 

Para acompanhar a evolução das fermentações realizam-se duas determinações diárias da densidade dos mostos e respetivas temperaturas. Para garantir a correta evolução do vinho, são efetuadas análises sensoriais semanais e análises laboratoriais mensais.  

 

Criados os lotes de vinho que irão ostentar as diversas marcas da Casa de Sabicos, a maior parte dos quais com estágio em barricas de carvalho, os vinhos são depois engarrafados e colocados a estagiar em câmara climatizada até atingirem o ponto óptimo de consumo. São então rotulados, embalados e lançados no mercado.